quinta-feira, 29 de março de 2012

O momento mágico de contar histórias !



O ato de contar uma história, além de atividade lúdica, amplia a imaginação e ajuda a criança a organizar sua fala, através da coerência e da realidade. O ver, sentir e ouvir são as primeiras disposições na memória das pessoas. Contar histórias é uma experiência de interação. Constitui um relacionamento cordial entre a pessoa que conta e os que ouvem. A interação que se estabelece aproxima os sujeitos envolvidos. Os contos enriquecem nosso espírito, iluminam nosso interior, e, ao mesmo tempo, nos tornam mais protagonistas na resolução dos problemas e mais flexíveis para aceitar diferenças.

O exercício de contar histórias possibilita debater importantes aspectos do dia-a-dia das crianças. Contar histórias é também uma forma de ensinar temas éticos e cidadania e de propiciar um mundo imaginário que encanta a criança. A criança necessita ouvir histórias para desenvolver sua imaginação, a observação, e a linguagem oral e escrita, assim como, o prazer pela arte, a habilidade de dar lógica aos acontecimentos e estimular o interesse pela leitura.

Através da arte de contar histórias, podemos tornar possível a construção da aprendizagem relacionada à competência cognitiva da criança, propiciando elaboração de conceitos, compreendendo sua atitude no mundo, e se identificando com papéis sociais que exercerá ao longo de sua existência.As histórias devem acontecer dentro de um contexto simples e adequado ao entendimento da criança. São extraordinárias ferramentas para a comunicação de valores, porque dão contexto a fatos abstratos, difíceis de serem transmitidos isoladamente. O professor como contador de histórias, transforma-se em um mediador privilegiado dentro do contexto da educação quando leva o aluno a pesquisa e a novas produções. A história passa a ser reinventada pela criança através de um desenho, uma pintura, ou mesmo através de uma fala com enfoque pessoal.

Ref: Revista ACB
Amélia Hamze
Profª FEB/CETEC
FISO e ISEB – Barretos/ SP

O uso da letra de forma X letra cursiva na alfabetização – uma dualidade questionável !



Antes de iniciarmos nossa discussão acerca do assunto em pauta, relembremos das ideias propostas por Jean Piaget, as quais se baseiam no método da investigação, ou seja, o aluno é levado a encontrar as respostas a partir de seus próprios conhecimentos e de sua interação com a realidade e com os colegas. Possivelmente, tais elucidações tendem a conduzir-nos ao ponto central de nossa discussão: entre a letra cursiva e a de forma... qual delas tem maior eficácia no processo de alfabetização? 

Nesse processo de interação com a realidade a qual se encontra inserido, o aluno tende a se identificar profundamente com aquilo que presencia. Dessa forma, em se tratando da letra de forma, há que se constatar sua recorrência nas mais diversas circunstâncias que norteiam o cotidiano, como por exemplo: nas teclas do computador, nos outdoors, nos livros, na televisão, jornais, rótulos, embalagens, nas placas de trânsito, entre outras. Assim sendo, o emprego da letra cursiva se restringe somente ao ambiente escolar. Mediante tal ocorrência, eis que surge uma indagação de caráter relevante: essa familiaridade com a letra de forma não facilita uma melhor apreensão do conhecimento?

Procurando dar uma maior ênfase ao nosso propósito, torna-se interessante elencarmos algumas características inerentes ao emprego de ambas as letras, uma vez manifestadas por pontos que divergem entre si. Assim, vejamo-los:


Letra de forma (também conhecida como bastão)  Letra cursiva
Disseminada nas escolas construtivistas  Escola tradicional
Torna-se menos dispendiosa, pois exige um esforço menor do aluno. Assim, ele domina melhor os movimentos da escrita.  Ao ter que desenhá-la, o aluno tende a encontrar mais dificuldades em dominar tais movimentos. 
Em virtude da convivência com tal modalidade, a criança não sente dificuldades em reconhecer o alfabeto.  Como o contrário ocorre, sendo sua recorrência  restrita somente ao espaço escolar, o reconhecimento não se dá de forma espontânea.


Mesmo em face desses pressupostos, somados ao fato de que o uso dos famosos cadernos de caligrafia está cada vez menos integrando as práticas educativas, vale dizer que ainda não há um consenso entre educadores, pais e especialistas, tampouco uma literatura que reforce essa questão. O que se pode constatar são as divergências existentes entre eles, assim como nos revelam as palavras de Magda Soares, professora emérita da Faculdade de Educação da UFMG:

"No momento em que a criança está descobrindo as letras e suas correspondências com fonemas, é importante que cada letra mantenha sua individualidade, o que não acontece com a escrita ‘emendada’ que é a cursiva; daí o uso exclusivo da letra de imprensa, cujos traços são mais fáceis para a criança grafar, na fase em que ainda está desenvolvendo suas habilidades motoras".

Bem como o discurso proferido por Elvira de Souza Lima, a qual demonstra não estar tão empenhada na discussão, mas mesmo assim revela: "Os processos de desenvolvimento na infância criam a possibilidade da escrita cursiva".

E acrescenta Magda Soares, a qual atribui o empego da letra cursiva à ansiedade demonstrada pelas crianças em começar a escrever – fato que as conduz a fazer uso de tal modalidade. E revela:

"Penso que isso se deve ao fato de que veem os adultos escrevendo com letra cursiva, nos usos quotidianos, e não com letras de imprensa".

Nesse sentido, manifestadas todas as divergentes opiniões, cabe ainda ressaltar que mesmo que o processo de alfabetização venha recebendo cada vez mais o apoio da neurociência, estudos ainda são insuficientes no intuito de se declarar o desuso definitivo da letra cursiva ou sua efetiva ascensão. Enquanto alguns neurocientistas declaram-se adeptos dessa modalidade, em virtude de exigir maior esforço de integração entre as áreas simbólicas e motoras do cérebro, auxiliando a criança a adquirir fluência, há uma outra corrente de pesquisadores, os quais afirmam que se a cursiva desaparecer, as habilidades cognitivas serão substituídas por novas, sem nenhum fator consequente.

Portanto, não nos resta outra alternativa senão assistirmos à evolução dos fatos, e aguardarmos os possíveis resultados, que porventura ocorrerão.

 Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

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BULLING



 
Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.

quarta-feira, 28 de março de 2012

IDÉIAS DE DINÂMICAS E LEMBRANÇAS PARA A PÁSCOA






COELHINHO SAI DA TOCA!

Idade: 3 - 8 anos
Material: arcos (bambolês)
Objetivo: Executar habilidade motora fundamental de locomoção, melhorar o tempo de reação.
Jogando:
Distribua os arcos pelo chão.
Cada criança deverá ficar dentro de um arco.
Ao sinal do professor: "Coelhinho sai da toca", as crianças, digo os coelhos (!!!) devem trocar de toca.
A cada rodada retirar um arco.
***
JOGO DA MEMÓRIA COM OVOS:
Idade: 3 - 12 anos
Material: Cartões com desenho de ovos de páscoa cortados ao meio.
Objetivo: Executar habilidade motora fundamental de locomoção, treinar memorização.
Jogando:
Espalhar uma das metades dos cartões por diversos lugares.
Acomodar todas as crianças sentadas lado a lado e entregar a outra metade dos cartões para elas, um para cada criança.
Os cartões deverão ficar virados com o desenho para baixo até que seja dado o sinal.
Todos irão olhar o cartão ao mesmo tempo e em seguida procurar pela outra metade.
Variações:
Para deixar mais fácil (crianças pequenas):
  1. Permitir que leve a sua metade do cartão na busca.
Para deixar mais difícil:
  1. Não permitir que leve o cartão.
  2. Estipular um tempo para a visualização, cada vez menor.
  3. Mostrar um cartão para todos e deixar que procurem.

***
Chicotinho queimado com ovos!
Idade: 3 - 12 anos
Material: Mini ovos de chocolate (no mínimo 1 por criança)
Objetivo: Associar palavras. Realizar trabalho em equipe. Compreender o jogo competitivo.
Jogando:
Dividir as crianças em duas ou mais equipes.
Esconder os mini ovos em diversos locais.
Informar às crianças se estão perto ou longe dos ovos.
Quente: perto
Frio: longe.
Os ovos encontrados serão colocados em cestas. A equipe que recolher mais ovos será a vencerdora.
Ao final juntar todos os ovos e distribuir para as crianças.
***
Corrida da colher com ovos de Páscoa.
Idade: 5 - 12 anos
Material: Ovos pequenos de chocolate (no mínimo 1 por criança), colher (1 por equipe), cones (1 por equipe), cestos (1 por equipe) giz.
Objetivo: Executar habilidades motoras fundamentais de locomoção e estabilização. Realizar trabalho em equipe. Compreender o jogo competitivo.
Jogando:
Dividir as crianças em duas ou mais equipes arrumadas em colunas.
Marcar a linha de saída com giz. Colocar na extremidade oposta os cones.
As colunas devem ficar atrás da linha, um cesto com ovos de chocolate deverá ser colocado ao lado da primeira criança.
A criança que estiver na frente deverá pegar um ovo na cesta, colocar na colher e condizir, o mais rápido possível até dar a volta pelo cone e retornar para sua equipe, entregando a colher para o próximo da coluna. E assim sucessivamente. A equipe que terminar primeiro será vencedora.
Ao final cada criança fica com o ovo que usou na brincadeira.
***
Mímica de Páscoa
Idade: 7 - 14 anos
Material: Cartões com desenhos/palavras que retratem símbolos da Páscoa (ovos, coelho, cesta, símbolos religiosos, alimentos)
Objetivo: Discutir o significado da Páscoa. Expressar-se gestualmente.
Jogando:
Em uma roda de conversa discutir o significado da Páscoa e de seus símbolos. Esclarecer eventuais dúvidas.
Cada criança deverá retirar um cartão sem que as demais vejam. Um participante por vez realizará mimica que represente seu cartão e as demais tentarão adivinhar o que é.
Pode ser feito em grupo.

***
Revezamento do Coelhinho
Idade: 3 - 8 anos
Material: Giz, cones (ou outros materiais para marcar)
Objetivo: Executar habilidade motora fundamental de locomoção (saltar). Realizar trabalho em equipe. Compreender o jogo competitivo.
Jogando:
Dividir as crianças em duas ou mais equipes. Marcar com o giz a linha de saída/chegada e com os cones o ponto de retorno.
As equipes deverão permanecer em colunas atrás da linha. Ao sinal a primeira criança, de cada equipe, deverá sair saltando como um coelhinho até o cone, contorná-lo e retornar até a linha, onde a próxima criança iniciaré o processo, até a última.
Vence a equipe que terminar primeiro.
Variações:
Para deixar mais fácil:
  1. Permitir que o coelho salte da forma que a criança achar melhor.
Para deixar mais difícil:
  1. Saltar com os pés unidos
  2. Saltar com impulso
  3. Saltar com os dois pés
  4. Saltar de costas ***
O Salto do Coelhinho
Idade: 3 - 8 anos
Material: Giz (ou outro material para marcar)
Objetivo: Executar habilidade motora fundamental de locomoção (saltar distância) e estabilização (equilíbrio dinâmico).
Jogando:
Demarcar duas linhas. As crianças deverão saltar de uma linha para a outra, como se fossem coelhinhos. Aumentar a distância entre as linhas conforme forem conseguindo executar a tarefa.
O Rabo do Coelho
Idade: a partir de 3 anos.
Material: Cartolina com o desenho de umcoelho da páscoa, de costas. Pom-pom feito de lá ou outro material. Fita crepe. Venda.
Objetivo: Executar habilidade motora fundamental de locomoção e estabilização. Melhorar a noção de espaço.
Jogando:
Fixar a cartolina com o desenho em uma parede para que fique ao alcance dos participantes. Colocar fita crepe no pom-pom.
Solicitar que o participante observe a figura.
Vendar o participante.
Girar o participante vendado, deixando-o de frente para a cartolina. Ele deverá colar o rabo do coelho no local adequado.


***
Caça ao Ovos
Esta talvez seja a brincadeira mais tradicional para a Páscoa. Basicamente os ovos são escondidos e as crianças devem achá-los, mas existem várias maneiras de torná-la mais interessante para as crianças.
Idade: 3 - 10 anos
Material: ovos de chocolate (no mínimo 1 por criança). Cesta para recolher os ovos.
Objetivo: Executar tarefa que exija percepção espacial.
Pode ser trabalhado em grupo ou individual.
Detetive
Material específico: farinha ou guache branco.
Esconder os ovos e deixar nas proximidades marcas das "pegadas" do coelho.
Fazer uma roda de conversa e contar em "tom de fofoca" que um coelho muito atrapalhado decidiu esconder os ovos, mas deixou algumas pistas... Vamos procurar?!
Coelho bagunceiro
Material específico: Cartolina com o desenho de um coelhinho usando diversos acessórios (óculos, cachecol, bolsa... e cesto com ovos). Cada um dos acessórios usado pelo coelho.
Objetivo específico: memorização
Esconder os ovos e deixar nas proximidades um acessório do coelho.
Fazer uma roda de conversa e contar a história do coelho bagunceiro, mostrar a "foto" do coelho (cartolina desenhada). Pedir para que as crianças ajudem a encontrar os objetos perdidos.
Tesouro de Páscoa
versão 1
Material específico: cartões com pistas (desenhada ou escrita)
Objetivo específico: exercitar o raciocínio lógico.
Esconder todos os ovos em um determinado local. Criar uma pista, que leve até outra, e mais outra...mais quantas quiser, até os ovos escondidos.
versão 2
Material específico: cartões com pistas (desenhada ou escrita), papel kraft com mapa rústico do local desenhado, com pistas marcadas.
Objetivo específico: exercitar o raciocínio lógico e noção de ponto de referência.
Esconder todos os ovos em um determinado local. No ponto de partida as crianças receberão uma pista, deverão procurar no mapa sua localização e se dirigir ao local para procurar nova pista. Repetir o processo, quantas vezes quiser, até chegar nos ovos escondidos.
Combinados: se dividir em equipes, identificar as pistas por cores. Instruir às crianças que se acharem a pista do adversário devem deixá-la no local.
Dica: ter por escrito e detalhadamente os locais onde escondeu as pistas!

***

Coelhinho na toca
Preparação: Os alunos devem se organizar em trios. Dois alunos formam um círculo (a toca), dando as mãos, e o terceiro faz o papel de coelhinho dentro da toca. Os demais alunos ficam no centro.
Desenrolar: A um sinal do professor cada coelhinho muda de toca enquanto os outros tentam ocupar um dos lugares vagos. Os que ficarem sem toca vão para o centro e o jogo continua.
A careta da cenoura
Preparação: Cada elemento recebe uma rodela de cenoura, que deverá colocá-la no olho, estando com a cabeça inclinada para trás.
Desenrolar: Ao sinal de início do jogo, cada jogador, sem usar as mãos, tentará levar a rodela de cenoura até a boca, fazendo movimentos com os olhos, boca e nariz. Cada elemento que conseguir comer a cenoura marcará um ponto.
Onde está o coelhinho
Preparação: Este jogo é ideal para o início do dia. Coloca-se um coelhinho de pelúcia bem pequeno em um lugar discreto, mas visível.
Desenrolar: A medida que as crianças vão chegando no ambiente pede-se individualmente que procurem o coelhinho. Cada uma deverá sair na busca, mas quando achar o coelhinho não deverá dar mostras disso, deverá discretamente sair e contar para o animador do jogo que o encontrou. Procede-se desta forma até que todos tenham encontrado o coelhinho.
Hop, hop, coelhinho
Preparação: As crianças ficam em círculo e um dos jogadores é escolhido para iniciar o jogo.
Desenrolar: O jogador escolhido andará em volta do círculo batendo nas costa de cada um dos seus componentes dizendo a cada batida a palavra "hop". Irá prosseguindo assim até que escolherá um jogador e quando bater nas suas costas ele dirá a palavra "coelhinho". Neste momento ele sai correndo e o jogador escolhido sai correndo atrás dele. O primeiro jogador estará a salvo se conseguir alcançar o lugar ocupado pelo seu perseguidor antes que este bata nas suas costas dizendo a palavra "hop". Se isto acontecer o perseguidor começará novamente o jogo girando em torno do círculo e batendo nas costas de cada elemento dizendo a palavra "hop". Caso o perseguidor consiga "pegar" o outro ele voltará ao seu lugar e a criança "pega" repetirá novamente as ações para nova rodada do jogo..
Corrida "de nariz"
Preparação: Divide-se o grupo em times que contenham quatro a cinco crianças cada um. Colocam-se as crianças de cada time em fileira atrás de uma linha de partida. Na frente de cada time deverá haver um ovinho de chocolate para cada criança e distante cerca de 4m um círculo de giz de cerca de 50 cm de diâmetro.
Desenrolar: Iniciando o jogo o primeiro aluno de cada fileira sai e deverá mover um dos ovinhos até o interior do círculo tocando-o com o nariz. Vence a equipe que terminar primeiro com todos os seus ovinhos no interior do círculo.

A IMPORTÂNCIA DO USO DO CADERNO



Será possível compreender a função e importância da utilização do caderno em seu cotidiano escolar?  
Gostaria de reunir uma turma de alunos na faixa etária de 6 e 7 anos para abordar algumas questões:
  • Onde devemos guardar todos ou parte dos registros trabalhados em sala de aula?
  •  Por que é importante ter registradas as reflexões e atividades trabalhadas?
  •  Para que serve e para quem é os registros do meu caderno?
  •  Qual a maneira correta de fazer os registros no caderno?
  •  Para que há margens nos cadernos?
  •  Por que é importante colocar a data em minhas atividades?
  •  De que modo devo me portar e como deve ser meu material, para que meu caderno esteja sempre limpo e organizado?   

Espera-se, principalmente que alguns profissionais da educação entendam que o caderno é fundamental para o estudante ter registradas todas as suas observações, notas importantes que poderão ser consultadas, retomadas, sempre que houver necessidade. Estas devem ser apresentadas de modo organizado e cronológico para facilitar esta eventual consulta. Para que o caderno cumpra esta finalidade, o aluno deve estar sempre com as mãos limpas ao iniciar qualquer atividade. O lápis deve estar sempre bem apontado, sendo fundamental fazer uso da borracha quando necessário. As margens e as linhas devem ser respeitadas, para que a escrita tenha uma organização espacial que possibilite clareza nas informações. Sempre que possível, com ajuda da régua, pode-se fazer margem com lápis de colorir, o que propicia a apresentação de um caderno mais caprichado. Deve-se tomar cuidando para que o tamanho da letra e sua apresentação sejam organizados e adequados à pauta da folha.  A escrita deve iniciar sempre na margem esquerda devendo seguir até o final, ou seja, até encontrar a margem direita. Chegando ao final de cada página, e não havendo terminado a atividade, deve-se virá-la dando sequência no verso da página até então trabalhada.  
A aquisição deste hábito, bem como esta compreensão, é um trabalho a ser desenvolvido durante todo processo de aquisição das habilidades de leitura e escrita.
Para o professor alfabetizador, deve ser claro que o manuseio do caderno é uma capacidade a ser adquirida e continuamente trabalhada.
Não é, portanto, uma prática óbvia como é comum pensar.   

PARA COMEÇAR BEM...

Olá amigos,
Hoje é dia 28 de Março de 2012, eis que me peguei diante do computador, em uma tarde ensolarada de Salvador com uma vontade boa de dividir algumas experiências bacanas com vocês.
Quero dividir um pouco mais do meu dia a dia como mãe, mulher, educadora, design, empresária, dona de casa, entre outras funções que uma mulher multimídia acumula nas mínimas 24 horas que o dia possui!
Meu primeiro post vai ser uma homenagem ao patrono dos cartunistas brasileiros, nosso ilustre Millôr Fernandes, grande escritor, desenhista, dramaturgo e humorista, acaba de fazer sua passagem e nos deixar aos 87 anos..
Como grande crítico, Millôr sempre me inspirou muito com seu jeito audacioso e ao mesmo tempo sútil de cutucar a economia, a educação, a saúde, e a cultura do nosso país e do mundo.